sábado, 11 de setembro de 2010
À distância
Já repararam, que na grande maioria das vezes as distâncias que nos separam verdadeiramente das outras
pessoas, são "materialmente" imperceptíveis porque são quase sempre nossos pensamentos e sentimentos que fazem este papel?
Que estamos "realmente" separados e distantes muitas vezes daqueles que convivem conosco?
E muito mais "próximos" e "unidos" com aqueles que estão à distância?
Então reflitamos: O que nos separa e distancia verdadeiramente das pessoas?
Nos distanciamos daqueles que nos dirigem palavras, para nós, ofensivas.
Nos distanciamos daqueles que nos incomodam.
Nos distanciamos daqueles que nos ferem.
Então, pergunto-vos: foi a outra pessoa que nos ofendeu ou nossos ouvidos interpretaram ofensivas suas palavras?
Por que algumas pessoas nos incomodam?
Não será porque nos fazem ver nossos defeitos refletidos nas suas atitudes?
Por que algumas pessoas nos ferem?
Não será porque nos deixamos ferir?
Creiam, sempre há os dois lados em todas as questões.
Será que a nossa "distância afetiva" dessas determinadas pessoas vai mudar, transformar alguma coisa?
E todos sabemos que a nossa "tarefa" nesta terra é transformar, mudar e crescer.
A distância concreta é fácil de diminuir, não é?
O pensamento, a memória, o telefone... são tantos os artifícios para driblá-la.
Porém, a distância do coração, das atitudes; essas são bem mais difíceis, porque requerem humildade.
Humildade para verdadeiramente ouvirmos, olharmos e fazermos um movimento receptivo e acolhedor em direção das pessoas.
Por isso, seja humilde evá até os seus que estão ao seu lado fisicamente, mas sentimentalmente está tão longe e lhe de um grande abraço,se você o ofendeu ou se sentiu ofendido por essa pessoa,seja humilde e peça perdão e perdoe, e diminua essadistância que há entre seus corações.
Deus os abençoe.
A árvore da amizade
A vida é um jardim onde florescem árvores variadas.
Uma delas chama-se árvore das amizades que, de vez em quando, a gente precisa balançar para caírem as podres, pois sabemos ser essa árvore muito resistente às diversas estações da vida cujas intempéries fazem apodrecer os frutos inconsistentes.
As intempéries que as submetem são, a provação, o interesse próprio e o medo.
A provação deixa-nos indefesos, ainda que temporariamente, mas os frutos bons não se estragam com essa situação.
Toda provação tem uma medida certa, uma dosagem adequada à vida para nos florescer a esperança, a experiência e a força (resistência).
Os frutos cuja essência é apenas o interesse próprio apodrecem indefinidamente.
O interesse próprio é a essência do orgulho e este se enfraquece na provação.
Submete-se ao poder da esperança, da experiência e da força e assim surge o medo.
O medo é a direção do orgulho que desconhece a resignação, a temperança, a prudência e a perseverança.
É o adversário da fé.
No meio da provação o interesse próprio é desmascarado e o medo denuncia as amizades podres.
De vez em quando precisamos balançar (observar) posto que, em verdade é a própria vida que se encarrega disso.
Devemos apenas estar atentos e aprender a crescer quando essas intempéries se apresentarem.
Assim como nós vemos na evolução da natureza, a árvore das amizades também seleciona os frutos que devem permanecer.
Somente com Deus
Todos nós, algum dia, já nos deparamos com uma situação diante da qual nos sentimos absolutamente impotentes.
Nada poderíamos fazer.
Nenhuma palavra precisaria ser dita, nenhum gesto nosso faria qualquer diferença diante de algo que foge ao nosso controle.
Nessas horas só nos resta uma constatação, uma certeza: só Deus !
Existe um tipo de dor que somente Deus ameniza.
Ele é o único bálsamo capaz de invadir os segredos do nosso ser, igualmente capaz de trazer alívio para a mais profunda dor.
Deus conhece a nossa alma; sabe dos nossos limites.
Há momentos tão difíceis que, se Deus não nos tomar pela mão, ficaremos prostrados; igualmente, se Ele não tocar nosso coração, ninguém conseguirá nos consolar.
Se a força d´Ele não nos erguer do caos, ficaremos cambaleando, tal qual bêbados com passos trôpegos
pelos corredores da vida.
Deus é a esperança que nos mantém vivos, e a Sua presença é a razão de seguirmos vivendo.
Depender de Deus não é sinal de fraqueza.
O homem só é grande quando se reconhece carente de Deus.
"O meu poder se aperfeiçoa na fraqueza", é o que nos diz as Sagradas Escrituras.
As experiências da vida não podem ser vivenciadas sem a ajuda de Deus.
A dor da separação, a solidão de um amor findo, o medo do amanhã, a sensação do abandono, o fim de um sonho, a agonia das incertezas, e tantas outras experiências dolorosas.
Para encará-las e vencê-las, só com Deus!
Nada poderíamos fazer.
Nenhuma palavra precisaria ser dita, nenhum gesto nosso faria qualquer diferença diante de algo que foge ao nosso controle.
Nessas horas só nos resta uma constatação, uma certeza: só Deus !
Existe um tipo de dor que somente Deus ameniza.
Ele é o único bálsamo capaz de invadir os segredos do nosso ser, igualmente capaz de trazer alívio para a mais profunda dor.
Deus conhece a nossa alma; sabe dos nossos limites.
Há momentos tão difíceis que, se Deus não nos tomar pela mão, ficaremos prostrados; igualmente, se Ele não tocar nosso coração, ninguém conseguirá nos consolar.
Se a força d´Ele não nos erguer do caos, ficaremos cambaleando, tal qual bêbados com passos trôpegos
pelos corredores da vida.
Deus é a esperança que nos mantém vivos, e a Sua presença é a razão de seguirmos vivendo.
Depender de Deus não é sinal de fraqueza.
O homem só é grande quando se reconhece carente de Deus.
"O meu poder se aperfeiçoa na fraqueza", é o que nos diz as Sagradas Escrituras.
As experiências da vida não podem ser vivenciadas sem a ajuda de Deus.
A dor da separação, a solidão de um amor findo, o medo do amanhã, a sensação do abandono, o fim de um sonho, a agonia das incertezas, e tantas outras experiências dolorosas.
Para encará-las e vencê-las, só com Deus!
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